A Polícia Federal em ação conjunta com a Receita Federal, Correios e Secretaria da Fazenda, vem promovendo ações de repressão qualificada em diversas centrais de distribuição dos Correios com o objetivo de coibir o tráfego e tráfico de substâncias entorpecentes e diversos materiais ilícitos utilizando para isso o fluxo postal. Tais ações coordenadas pela Polícia Federal e Receita Federal tem se utilizado de cães farejadores para identificar substâncias ilícitas como também outras modalidades criminosas que tentar burlar a fiscalização para escoar mercadorias e objetos produtos de crime entre os estados da federação e até do exterior, No contexto da pandemia da COVID-19 e necessidade de isolamento social, a tentativa de envio de entorpecentes via postal e redes sociais tem sido uma das formas encontradas pelos grupos criminosos para manter o mercado ilegal de venda e consumo de drogas.
1º CASO: Entre essas ações conjuntas foi identificado e apreendidos no último dia 30/09 pela Polícia Federal e área de segurança dos correios, através do cão farejador e aparelho raios x, cerca 400 (quatrocentos) comprimidos de ecstasy que estavam escondidos em duas pequenas caixas de som, cuja postagem foi feita numa agência do Guarujá/SP com destino final para o Janga-Paulista/PE. Os federais acompanharam a entrega ao destinatário, até a residência de um suspeito de 22 anos, natural de Olinda/PE, porém quem se encontrava no endereço do destinatário era seu tio, cujo sobrinho ao ser localizado e preso em Maranguape-Paulista/PE, confessou que havia utilizado o endereço dele para receber o material entorpecente. Ao ser preso o suspeito confessou que receberia R$ 200 reais pelo serviço de recebimento da droga sintética e que deveria entregar para uma outra pessoa, porém não deu maiores detalhes de quem seria essa pessoa e nem de quem o havia aliciado. Investigações da Polícia Federal apontam que essa droga é de um presidiário que está cumprindo pena por tráfico de drogas sintéticas e que tais comprimidos seriam vendidos.




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