Os equipamentos jamais foram entregues. Quase R$ 5 milhões saíram do bolso do Governo do Rio Grande do Norte.
De acordo com Cristina Prestes, houve pedido para que fossem incluídos aditivos contratuais que elevassem o valor unitário dos produtos para até US$ 35 mil, quando na realidade o preço de mercado é entre US$ 7 mil e US$ 15 mil.
Também de acordo com Cristina, no final da operação, apenas R$ 24 milhões foram usados realmente na aquisição de respiradores.

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