Nesta segunda-feira (04), o Banco Central (BC) solicitou à Casa da Moeda, responsável pela produção das cédulas de dinheiro, que aumentem a produção de dinheiro físico a partir deste mês para cumprir o pagamento do auxílio emergencial, popularmente conhecido como “coronavoucher”.
O governo iniciou o pagamento do programa no início de abril, mas atrasou a segunda parcela, inicialmente prevista para o final do mês passado. Com isso, um novo cronograma deverá ser lançado em alguns dias para o programa, que tem duração de três meses. A escassez de cédulas de dinheiro foi um dos motivos ao atraso da segunda parcela
O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, disse que havia um “problema técnico com as fontes de pagamento” dos fundos, mas negou que houvesse qualquer problema com falta de moeda. “Se, por acaso, houver falta de dinheiro, falta de notas físicas, encontraremos uma maneira de corrigir isso”, disse ele.
O Banco Central, que supervisiona a oferta de moeda, confirmou que está em negociações com a Casa da Moeda para antecipar o recebimento da produção contratada para o ano, dizendo que já houve um aumento de 23% na quantidade de moeda forte em circulação em abril, o que representa um aumento de 55,5 bilhões de reais em relação em comparação com o ano anterior.


Nenhum comentário:
Postar um comentário